Apolo Transportes liga alerta para risco de Sarampo

Ao acender o alerta contra o sarampo, a Apolo Transportes tem como principal preocupação a saúde e o bem-estar de seus colaboradores e também de seus motoristas que estão constantemente trafegando por diversos lugares do Brasil e acabam ficando mais propensos em contrair a doença. Em meio a aumento do número de casos, empresa quer orientar seus funcionários da importância da vacinação. Para começar, vamos primeiramente saber o que é o sarampo, quais são os seus sintomas e prevenção. Confira:

O que é o sarampo? O sarampo é uma doença infectocontagiosa grave, que pode ser transmitida pela fala, tosse e espirro.

Porque o vírus voltou? Em 2018, o vírus voltou a circular no Brasil, principalmente na região Norte, trazido por imigrantes venezuelanos. Ao encontrar uma grande quantidade de pessoas não imunizadas, houve o início do surto. Para uma pessoa ser considerada imunizada contra o sarampo, são necessárias duas doses da vacina. Especula-se que o surto atual, localizado em São Paulo, tenha começado em fevereiro de 2019 dentro de um cruzeiro em Santos. A embarcação saiu da Europa e percorreu toda a costa brasileira. Na época, 21 pessoas contraíram o vírus. Ou seja, acredita-se que o vírus tenha vindo da Europa. No Rio de Janeiro, onde também há surto, um caso na capital fluminense foi associado ao mesmo cruzeiro. Os outros casos permanecem em investigação.

Quais são os sintomas? Os sintomas do sarampo incluem indisposição inicial (com duração de três a cinco dias), febre alta (acima de 38,5 graus), mal-estar, coriza, conjuntivite, tosse, falta de apetite e exantema (erupções cutâneas vermelhas). Nesse período, manchas brancas podem ser observadas na face interna das bochechas. Já as manchas vermelhas na pele aparecem inicialmente atrás da orelha e se espalham para a rosto, pescoço, membros superiores, tronco e membros inferiores.

Quais são as complicações? O sarampo apresenta complicações que, em casos graves, podem até mesmo levar à morte, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano de idade. Entre as complicações estão: otite média aguda, pneumonia bacteriana, laringite e laringotraqueite. Em casos mais raros, há manifestações neurológicas, doenças cardíacas, miocardite, pericardite e panencefalite esclerosante subaguda (complicação rara que acomete o sistema nervoso central após sete anos da doença). Segundo o Ministério da Saúde, as complicações do sarampo podem deixar sequelas, especialmente se contraído na infância, incluindo cegueira, surdez, diminuição da capacidade mental e retardo do crescimento.

O tratamento? Não existe tratamento específico para o sarampo. O que se pode fazer é tratar os sintomas com o uso de antitérmicos, hidratação oral, terapia nutricional com incentivo ao aleitamento materno e higiene adequada dos olhos, pele e vias aéreas superiores.

Como se prevenir? A única forma de prevenir a doença é por meio da vacina. O sarampo é uma doença altamente transmissível. Estima-se que uma pessoa com sarampo possa contaminar entre 12 e 18 outras pessoas. Ou seja, o risco do indivíduo que se infecta é muito alta.

O que é cobertura vacinal, por que ela está baixa e qual é a taxa ideal? Cobertura vacinal é o percentual da população que está vacinada. Para manutenção da erradicação, eliminação ou controle de doenças imunopreveníveis, ou seja, que podem ser evitadas com vacinação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a cobertura vacinal seja de, no mínimo, 95%. Graças ao Programa Nacional de Imunização, em vigor desde 1973, o Brasil sempre teve vacinação considerada alta (acima de 90%) e era tido como exemplo na erradicação de doenças. Porém, nos últimos anos esse cenário se inverteu e a taxa de vacinação caiu. Especialistas atribuem a queda na taxa de vacinação no Brasil a diversos fatores incluindo o movimento antivacina – pessoas que disseminam fatos falsos para impedir a vacinação -, o sucateamento da saúde pública e a falsa sensação de segurança da população, causada pela erradicação dessas doenças.

Quem deve se vacinar

– Crianças (12 meses a 5 anos): Uma dose aos 12 meses (tríplice viral: contra sarampo, rubéola e caxumba) Reforço aos 15 meses (tetra viral: com as anteriores, mais a catapora)
– Crianças e adultos (5 a 29 anos de idade que ainda não se vacinaram) Duas doses da tríplice, com intervalo de 30 dias
– Adultos (de 30 até 49 anos) Uma dose da tríplice

Não lembro se me vacinei. O que fazer? Se não há comprovação de vacinação nas faixas indicadas, há necessidade de o adulto receber a vacina. Não há riscos para a saúde.

Quem não precisa se vacinar? Aqueles que estão com a vacinação em dia – e tem como comprovar – não precisam do reforço. O mesmo vale para quem já teve sarampo, pois já possui os anticorpos para evitar o contágio.

Onde tomar a vacina? Nos Postos de saúde do SUS do município de Mogi Guaçu e Ponta Grossa (PR).

Quem não deve se vacinar:

– Casos suspeitos de sarampo
– Menores de 6 meses
– Grávidas
– Pessoas imunocomprometidas
– Acima de 49 anos

Lembre-se: A caderneta de vacinação é um documento pessoal e deve ser guardado por toda a vida e mantenha sempre atualizada.

Fonte: Ministério da Saúde e Fiocruz

Sobre a Apolo
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